sábado, 23 de maio de 2009

Abina Genma - Capítulo 4


O tempo passava e Vega não via nem sinal de sua irmã ou do guerreiro e a falta de pistas começava a irritar a core negro.


Samyra já havia tomado demais do seu tempo com aquela fuga idiota e já havia passado tempo o suficiente para parecer uma irmã preocupada. Quem sabe que destino ela havia encontrado em Carnelian? Talvez já tivessem dividido seu core e assim dominado sua vontade, a essa hora ela já podia estar servindo com seu corpo aos desejos daqueles bárbaros.

Samyra sempre foi fraca e sendo fraca talvez vivesse muito tempo assim entre os cores rubros de Carnelian, pois mesmo sendo fraca era uma mulher, e era assim que os fracos sobreviviam, se submetendo.


— Hora de voltar para Fuscienn. Preciso de um banho e de roupas limpas!


Ela estava decidida a deixar a irmã para trás, mas então algo faz com que ela volte atrás em sua decisão...




Completa-se uma semana desde que Samyra havia chegado à cidade dos guerreiros. Ela resistia, não havia proferido uma palavra sequer e assim achava que seria até o destino sorrir de alguma forma para ela. Já havia tido certa recuperação de seus ferimentos graças às ordens de Lucian, que queria a maga viva até obter respostas. Esses acontecimentos se tornaram mais um motivo para a discórdia entre os três generais de Carnelian.


— Uma semana... — dizia Raynor gesticulando com as mãos — Faz sete dias inteiros que este projeto de core negro está comendo às nossas custas e não abriu o bico! Uma semana! — ele erguia seu punho e olhava irritado para o chão.



— Se Lucian não fosse tão frouxo... — diz Oringo com as mãos para trás sobre sua capa, observando o nada.



— Se... Se... Cansei-me dos "se's"! — diz Raynor abandonando seu punho em uma mão aberta em direção ao chão — Darei um jeito nisso... E será hoje!



— Não faça nada na frente do servo... Ele pode nos causar problemas...


Raynor sai da sala deixando Oringo para trás com um sorriso no canto de sua boca. Ele sabia que finalmente havia chegado a hora de Raynor mostrar a sua verdadeira face.



Durante tarde da noite Raynor vai até as prisões, encontra a de Samyra, destranca a cela e entra.

A core azul estranha a presença dele, mas continua muda, agia como se nada pudesse abalar sua vontade. Raynor por sua vez sorria.


— Sabe o que magos como você merecem? — diz o guerreiro enquanto se aproximava calmamente de Samyra.


A maga não faz menção de virar o rosto em direção ao general. Este então retira a venda da maga enquanto posicionava seu próprio rosto na frente do dela.


"Pensando bem, essa maga pode me proporcionar um pouco de diversão" pensa o general enquanto a avaliava. Aproxima sua mão da face da jovem e esta se afasta. Ele faz com que ela o encare, segurando de forma brusca seu rosto. O guerreiro caminha sua mão até o pescoço alvo mas é empurrado pelas mãos acorrentadas de sua dona. Raynor sorri e a encara. E nesse momento uma forte rajada de vento o empurra contra a parede oposta da cela. Samyra assim que se viu podendo falar fez a única coisa que conseguiria fazer bem, invocou uma magia, porém o efeito não havia sido como o esperado, uma semana sem se alimentar devidamente como seu corpo exigia e somado à suas mãos estarem completamente presas, sua magia não foi capaz de provocar qualquer estrago útil, e só fez enfurecer o guerreiro arremessado.


Raynor se levanta enquanto um filete de sangue escorria por sua têmpora, se aproxima novamente e desfere um tapa no rosto de Samyra, para em seguida tapar a boca da core azul com uma das mãos.


— Assim está melhor, não é? Vamos ver por quanto tempo ainda consegue se manter orgulhosa!


Olha bem dentro dos olhos arroxeados dela e com sua mão ele encosta sobre seu core, que emitia sua luz de um azul profundo, ele o podia sentir quente, liso, rígido, e assim a vida da maga a sua frente estava em suas mãos. Antes que mais algo acontecesse ele aperta seu core, Samyra se põe a gritar, um grito mudo, vago, sua voz agora não saia, não por que não queria falar, mas por que não conseguia mais; tudo era dor, uma dor inexplicável, parecia que toda ela, toda a sua matéria e espírito, eram feitos desse sentimento; ela se debatia, debatia sem muito se mexer, já deitada ao chão seu peito arfava e elevava tentando inutilmente por instinto se livrar da mão de seu agressor; seus olhos fixavam o nada; suas pupilas não mais pareciam existir; sua boca parecia querer capturar todo o oxigênio presente na sala de uma vez. Ela não percebia respirar, ouvir, ver, sentir ou viver. Apenas continuava sentindo dor enquanto pontas continuavam a apertar seu núcleo, a sua vida, a que pouco a pouco parecia se esvair sob a mão daquele homem.

Raynor observava a tudo, cada mudança, desespero, angústia, cada ponta de dor que ela sentia ele podia saber, ele conseguia saber.

Retira sua mão, na pele de Samyra em volta de seu core resta uma marca avermelhada, revelando uma agitação como quando uma pedra é jogada em um lago.


— Ora ora... — aproxima seu rosto da pele alva, sorri e se afasta.


Ele sai da cela rindo deixando Samyra tendo espasmos ao chão, de olhos arregalados e boca escancarada. Agora o core rubro sabia que a maga faria o que ele quisesse. Com absoluta certeza.


Estava tudo tão escuro e frio. Samyra já não sentia seu corpo. Era como se ele não existisse, como se agora ela não fosse mais carne, mas apenas dor.
Queria gritar, mas era como se sua voz estivesse lacrada em sua garganta, e se gritasse quem ligaria para uma maga, ou para o sofrimento dela. Ali ela não tinha ninguém para protegê-la, então de que adiantaria gritar?
Ouviu passos, eram pesados como os que havia ouvido antes da dor. Ela temeu, pois junto com os passos veio a voz, a mesma que zombava de seu orgulho enquanto a torturava.


— Como está minha flor azul do deserto?


Ela se encolheu o máximo que pode, sabia que não teria forças para resistir e pela ironia na voz dele, ele sabia também.


— Normalmente eu jamais me sujaria me deitando com uma core negro, mas eu fiquei muito curioso — disse ele se aproximando. Samyra podia ouvir as peças da pesada armadura serem jogadas no chão — Dizem que as mulheres de Fuscienn são frias, que fazem sexo sem desejo. Pois bem, estou disposto a esse pequeno sacrifício para descobrir se é verdade.

Lucian olhava na direção das prisões, por algum motivo não conseguia parar de pensar na maga e por mais que estivesse ocupado naquela manhã, vez ou outra seus olhos se voltavam naquela direção.


— Só espero que ela tenha se alimentado, não me servirá de nada morta.


Os pulsos presos tentavam fracamente se livrar das algemas. Tudo o que ela queria era se livrar daquela mão imunda em seu rosto. Não sentia tampouco a energia necessária para entoar qualquer magia, se o fizesse consumiria completamente sua energia vital, o que a mataria instantaneamente.


— Que gosto uma maga tem? – disse Raynor gargalhando, para depois pressionar a boca suja contra os lábios de Samyra.


Um nojo terrível se apoderou dela e reunindo suas forças, ela virou o rosto.


— Ainda rebelde! Sabe eu até gosto de sua determinação, mas já cansei disso!


Com um movimento brusco ele a segurou pelas pernas se colocando entre elas. Samyra novamente tentou resistir, mas recebeu um forte tapa no rosto.


— Devia se sentir honrada — dizia Raynor rasgando num único golpe o vestido de Samyra — aposto que nenhum daqueles magos assexuados poderão lhe dar isto! — a vontade de Samyra era vomitar, estava prestes a ser estuprada e mal podia resistir a seu agressor.


“É o fim!” pensou.


— SE AFASTA DELA RAYNOR! AGORA!


Raynor olhou para trás, mas não precisou disso para reconhecer a voz.


— O garotinho Lucian quer brincar com a maga também? Mas apenas depois que eu terminar.

— EU DISSE PARA SE AFASTAR!



Lucian avança contra ele, fazendo Raynor se afastar de Samyra. Lucian pega sua espada enquanto seu core brilhava ferozmente.



— Lucian! Pretendes me enfrentar? — Raynor pega sua arma, ele sabia que Lucian seria um oponente muito difícil — Pertencemos ao mesmo clã! É esta escória que merece isso! — diz o general apontando para a maga ao chão.



Lucian não mais ouvia, com seu core emitindo a mais perfeita cor de sangue investe sobre Raynor que apenas consegue se defender por um triz com sua espada. Lucian força sua entrada e corta a defesa de Raynor, que aproveita para atacar Lucian. Este se defende habilmente e ainda faz com que aquele dê alguns passos para trás causado pela sua força.



— Vou mostrar à você onde é o seu lugar!



Raynor tenta mais uma vez avançar contra Lucian, mas este foi mais rápido, produzindo naquele um ferimento fatal em seu core. Raynor cai com seu core inteiramente cinza. Estava morto.



— Lucian! O que fizeste garoto? — diz o ancião da cidade que chega atraído pelo barulho da batalha e percebe a espada do guerreiro suja de sangue.



— Não pretendia mata-lo... Não era apenas a morte que ele merecia...



— Se matas um semelhante seu, não podes mais viver conosco. Lucian, está expulso de nosso clã!



O guerreiro se mantém calado, a decisão do ancião era irrevogável. Lucian arrebenta as correntes da inconciente maga, retira sua capa e a cobre.



— O que pretende fazer? — questiona o ancião.



— Ela é responsabilidade minha — dizendo isto ele sai da prisão e posteriormente da cidade de Carnelian, atraindo vários olhares e comentários por parte de guerreiros curiosos.



Dois dias então se passam. Agora Carnelian reconhecia apenas um líder que havia finalmente conseguido o que queria, se livrar de Lucian, e além disso Raynor havia morrido, deixando a situação do único general mais ideal do que ele poderia supor dias antes.


"Raynor morreu por que foi um idiota" pensava Oringo, o único general remanescente para o clã dos guerreiros.


— E Lucian foi outro idiota... Atitude típica de um servo. — continuava a pensar o core rubro enquanto andava presunçoso por Carnelian.


Apesar disso, o dia havia amanhecido como outro qualquer. E assim parecia que seria, até aquele momento...


— Mas o que? — se espanta, gritos também podiam ser ouvidos.


Uma parte dos grossos e resistentes muros de pedra que envolviam à cidade rubra havia sido derrubada. Em meio a escura poeira que se havia erguido, uma maga adentrava pela recém criada abertura. Muitos guerreiros já se preparavam para atacá-la, portando enormes lanças pontiagudas e Oringo foi o mais rápido dentre eles, portando sua espada com seu meio core vermelho reluzindo. Porém não tão rápido foi, não o suficiente para conseguir acertar a core negro em questão. Ela o ataca utilizando de magias.


Vega tinha um brilho assassino nos olhos, enquanto o sangue jorrava pelas já muitas feridas abertas no general Oringo, causadas pelas sucessivas explosões invocadas pela poderosa core negro. A sua volta uma centena de soldados apontavam suas armas para ela.

O general ria nervosamente.



— Acha mesmo que se me matar vai conseguir sair ilesa?



— E você reles guerreiro, acha que suas lâminas poderiam sequer me tocar?



Todos ali conheciam a fama de Vega e a maneira como nunca media esforços para conseguir o que queria.



— Não precisa mais ferir ninguém, o que você procura não está mais aqui!



Um velho guerreiro chamado Einar, conhecido pela sabedoria e grande experiência em batalha e também por ser o ancião dos guerreiros, havia acabado de chegar e sabia que ela não poderia ser derrotada sem que um verdadeiro massacre acontecesse ali antes.



Vega apontou uma das mãos então para o ancião.



— Então se não quiser morrer velho, diga onde ela está.



— Ela partiu há dois dias, junto com Lucian!


— Para onde eles foram? — questiona Vega com sua voz autoritária.


— Em direção ao sol nascente...

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Demiris e os Coelhinhos da Páscoa, capítulo final


-- Então vamos, sigam-me. – diz CM Punk começando a caminhar.

-- E por que devemos seguir você? – diz Edge se livrando do leve peso de um kilo sobre a mesa à sua frente.

-- É, por que? – indaga John ao mesmo tempo em que cutucava o peito do dono das orelhas felpudas com sua cenoura.

-- Vamos, vamos... Não temos tempo a perder! – diz se irritando Shawn, enquanto CM já estava com cara de “vem pra briga” e Jeff já caminhava em direção a uma parede, sozinho.

E por sua vez Demiris encarava a cena sentado, visivelmente entediado.

Alguns minutos depois...

Jeff, CM Punk, Shawn, Demiris, Morrison e Edge estavam a caminhar. O insano achava completamente estranha a sua localidade. Não se conteve e fez-se ouvir.

-- Que lugar é esse onde estamos?

HBK calmamente sana essa dúvida.

-- É o caminho da páscoa.

CM Punk concorda com um aceno de cabeça.

”Por que estão agindo como se isso fosse algo óbvio?” Questiona a si mesmo o vilão desmascarado.

Um longo corredor salpicado de coloridos ovos de páscoa e marcas de patinhas de coelho.


-- A localização desse caminho é desconhecida a todos, com exceção dos coelhos da páscoa. – complementa Punk.

-- E esses somos nós, é claro! – vangloria-se o dono da cenoura.

-- E quem está do lado de fora simplesmente não consegue enxergar aqui – Edge explica.

-- Em volta o que pode ser visto é o mundo normal. – finaliza Jeff.

E essa última afirmação se tornava fácil de se inferir. Enquanto os seis caminhavam dentro deste pseudocorredor, à sua volta eram podido ser visto árvores, rochas... Por mais de uma vez o caminho simplesmente parecia atravessar esses obstáculos, como se eles fossem apenas uma ilusão.

Por um bom tempo caminharam. Demiris observava que o cenário à sua volta começava a se modificar cada vez mais. O cenário vivo do bosque dava lugar a ruas e posteriormente a prédios e a várias pessoas que andavam apressadas. Realmente ninguém notava o pseudocorredor.

E foi nesse cenário que uma senhora foi atropelada.

Alguns segundos antes...

“Espera... O que aquela mulher está fazendo parada no meio da rua...?” Observava o insano. “Aff, tem um ônibus vindo e...” .


Se o vilão estivesse em suas condições normais, e não tomado pela ira, talvez teria salvado a velhinha. Porém, como realmente estava com a ira em seus olhos, nada fez, a não ser bocejar.

E o lado de fora continuava a se modificar...

Em meio a um local isolado podia ser vista uma árvore, e sobre tal árvore um gato, miando tristemente sem conseguir descer.

Nada é feito ou comentado sobre isto... Porém foi ouvindo o som dos miados se distanciando que Demiris percebe sua situação. Então, relata em voz alta.

-- Aff! Já entendi tudo! – inicia o vilão -- Muito estranho aquela velhinha ter sido atropelada bem do meu lado! Vocês querem é que eu faça uma boa ação, certo? Podem esquecer! >_<

Ninguém faz menção de falar uma palavra se quer, até que enquanto continuavam a andar, já chegando a uma praça arborizada uma voz se faz ouvir.

-- Se sua essência for boa você irá fazer uma boa ação.

Com um sorrisinho no canto dos lábios, o insano cruel e sanguinário olha para o lado, pensando: “Há, você está completamente enganado Bigodes de coelho, se acha que eu tenho algo bom dentro de mim...” E é quando vira seu rosto que percebe que a poucos metros vinha desgovernado um carrinho de bebê, enquanto uma jovem mãe vinha a correr desesperada atrás. Não era necessário mais que um braço a fora para interromper o trajeto fatal do carrinho. Porém, nada foi feito pelo desmascarado vilão...

-- Eu sei que isso é uma realidade virtual provocada pela meiguice da Saphira ¬¬ – diz a si mesmo – Por que eu deveria ter salvado aquele bebê? E eu posso fazer isso, sou um vilão afinal.

-- Só vai sair daqui se fizer algo bom – declara Shawn Michaels sem nem olhar para Demiris.

”Chantagem? ¬¬”

Fazer algo bom pode ser reconfortante, principalmente a pessoas como nosso pequenino vilão desmascarado. Esse era o plano infalível de... Saphira, claro! E os realizadores, os Superstars Coelhos da Páscoa!

O caminho então leva os seis a ruas humildes. Tristemente, um jovenzinho estava sentado na calçada. Seu estômago roncava de fome.

O insano resolve acabar com tudo isso de uma vez. Se apodera de um dos ovos do caminho da páscoa e vai de encontro à criança faminta.

--Feliz páscoa – diz ele entregando o ovo de forma rápida.


O garoto aceita, e com um enorme brilho nos olhos indaga:

-- Você é o coelhinho da páscoa?

-- Não moleque... Como esse ovo logo!

-- Vou dividi-lo com a minha irmãzinha! – diz ao sair sorridente.

”Eu não acredito que ele disse isso ¬¬”

Os cinco superstars sorriem vitoriosos e Demiris acorda em seu quarto com a cabeça repousada sobre seu teclado.

-- Um sonho? – constata ele -- Eu devo ter batido a minha cabeça...

Mas antes que possa terminar de dizer essa frase ele percebe o ovo que Edge trouxera, esquecido sobre sua mesa. Seu olhar é tomado por um sentimento de puro ódio.

-- Depois disso só sei de uma coisa... O Mu vai morrer, e com requintes de crueldade!




FIM

*Letreiros subindo*
.
.
No More Words – WWE Jeff Hardy Theme
Ain't No Make Believe – WWE John Morrison Theme
Sexy Boy – WWE Shawn Michaels Theme
Metalingus – WWE Edge Theme
This Fire Burns – WWE CM Punk Theme

.
.


-- Será que ele ainda tem salvação? – indaga Mu, o mais adorável de todos os cavaleiros dourados de Athena (de todas as gerações).

-- Todos podem mudar – complementa Kurama, o yokai mais meigo e ao mesmo tempo mais cruel e calculista do Makai, Ningenkai e Reikai (e qualquer outra variação terminada em ‘kai’).

-- Bom, nada é impossível – finaliza Cloud, o incrível, fenomenal, estupendo e inigualável ex-soldier viajante de lifestream (além de estupefatamente lindo).


Participações especiais de:

Jeff Hardy
John Morrison
Shawn Michaels
Edge
Cm Punk

.

E de:

Mu
Kurama
Cloud

-- Gostou da homenagem caçula? :D

-- ¬¬

-- Nhah! Claro que gostou! =^__^=

-- Só se você chama de gostar o que eu chamo de odiar ¬¬

-- Nhai Y__Y

quinta-feira, 12 de março de 2009

Demiris e os coelhinhos da Páscoa

Demiris e os coelhinhos da Páscoa
Escrito por Saphira

(As pessoas e personagens aqui contidos não me pertencem. Não lucro nada com esse texto)

Sinopse

Mais uma historinha hiper meiga para o meu caçula querido ^^
"Continuação" de "Demiris e os fantasmas dos animes"

História

Nossa história começa no verão, ao som de vários passarinhos cantando.
Nosso pequeno vilão, agora desmascarado, permanecia em frente ao sem computador a digitar. Ele para e observa o céu ensolarado pensando com esta visão em como matar os cavaleiros em sua fanfic. Seu rosto é tomado por um sorriso maligno, mais uma vez o insano teceria um plano cruel e sanguinário.
Isso poderia continuar assim?
Ele volta a digitar alegremente quando sua máquina desliga sozinha, pela terceira vez naquele dia.

-- #@$%&* -- pragueja Demiris batendo a cabeça na tela de seu monitor por ter perdido meio capítulo de sua fanfic.

Desliga o estabilizador e se põe a observar a máquina no silêncio. Meia hora era o que ele precisava para ligá-la novamente. Talvez devesse usar esse tempo para continuar a tecer planos maquiavélicos, insanos e violentos.
Porém, eis que ouve uma música muito alta, o que não era muito habitual para seus vizinhos, pois nunca paravam em casa. O som não parecia nada estar nos limites respeitados de intensidade.



Time has come and gone for words
A thousands threats I've heard before
But words are cheap, but lies are big to take

Time has come and gone for words
A thousands threats I've heard before
And all your words are too big to take



Antes de chegar até a parede para dar-lhe um murro pela ira provocada de sua sucessiva falta de sorte, escuta passos.

-- Você precisa se arrepender de suas más ações.

O vilão se vira rapidamente em direção à voz.

-- Quem é você?

Antes que essa pergunta possa ser respondida, outra música é ouvida, cortando o repentino silêncio.

Now listen this aint no make believe
Come on open your eyes and see
Now get up get up and follow me
And I’m gonna show you what the future will be



-- Não é necessário se arrepender de nada – o dono da voz entrega-lhe um sorriso.

-- Tem algo de muito estranho por aqui, o calor deve...

O vilão não consegue terminar sua frase, pois nesse momento mais uma música, e outra pessoa surgem em seu quarto.


I think I'm cute
I know i'm sexy
I got the looks
That drives the girls wild

I got the moves
That really move them
I send them chills
Up and down their spine



-- Para seu bem é melhor se arrepender.

-- Mas que festa é essa aqui? – perdia a cabeça o pobre insano.

Porém mais uma vez, o que de fato não surpreende Demiris, mais uma música se faz ouvir, e posteriormente mais uma pessoa aparece.


You think you know me?

On this day I see clearly everything has come to life
bitter place and a broken dream
And we leave it all behind



Se a quarta pessoa disse algo não sabemos, pois o vilão começava a compreender o que estava a acontecer, fechava os olhos e apertava o punho quando uma quinta música diferente corta novamente o silêncio.

All I've ever wanted
Was destiny to be fulfilled
It is in my hands, I must not fail
I must not fail

Even through the darkest days
This fire burns, always
This fire burns
Always



Assim que a quinta pessoa adentra seu quarto ele tem certeza.

-- Eu bem que estava desconfiando... Vocês são os homens que adoram se pegar que minhas duas irmãs pervertidas assistem...– diz ao observar as vestimentas de CM Punk, o quinto a surgir misteriosamente. -- Tô ferrado...

Jeff, o primeiro, sabia muito bem como era ser maltratado por um irmão.

-- Não devemos julgar mal nossos irmãos – diz ele se aproximando.

Se aproximando... O que era aquilo em seu rosto?
O vilão inconformado estapeia sua testa, ao comprovar que neste dia, que era dia de Páscoa, o homem a sua frente esta com...

“Bigodes de coelho? ¬¬ Saphira, você foi longe dessa vez...”

Em conseqüência disso nota que os outros também tinham certas peculiaridades, que fariam Demiris cair na gargalhada se ele não quisesse estar cometendo um assassinato neste mesmo instante.

“Quer tentar fazer eu me arrepender de novo... E agora com artilharia pesada...”.

-- Não funcionou quando foram os emos, não é por que esses são grandes que irá funcionar...
Vilão que é vilão, será sempre vilão.
Porém mesmo assim ele sabia que vilões costumavam sofrer. A vida de vilão não era nada fácil.

John Morrison, o segundo, para de dar atenção ao assunto enquanto segurando uma cenoura se olha no espelho. Então, o terceiro, que era Shawn Michaels, portando um singelo rabo de coelho, se prepara para ser ouvido.

Mas eis que Edge, o quarto, o impede, rindo copiosamente de seu adereço branco. Ele realmente não parecia se importar por estar segurando um generoso ovo de páscoa colorido de um kilo.

O quinto então assume a vez, portando felpudas e compridas orelhinhas brancas, mas é ignorado por um vilão completamente sem paciência a se sentar em sua cama.

-- Falem logo o blábláblá pra que isso acabe de uma vez...

Os cinco o observam e ele continua, olhando para o teto.

-- O que pretendem? Me fazer distribuir ovos de páscoa?

”Mas acho que nada será pior do que a tortura que eu já estou passando...” – pensa ao evitar olhar a pouca vergonha e a situação cômica dos marmanjos a sua frente.


O que será que Demiris terá de passar nessa história? Não percam o capítulo final de Demiris e os coelhinhos da páscoa.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Feriado do carnaval

Oh, olha o carnaval passando... Passou já? rsrs
*ráááápido, por incrivel que pareça! :P~

Olá caros amigos ^^/ Passei o feriado com alguns problemas (como falta de água, e alarme do vizinho disparado), fora alguns probleminhas inevitáveis, até que foi bom! Fiquei bastante na internet, assisti ao No Way Out, peguei imagens (hj, rs), conversei, fui na casa de amigos, comi lanche, esfiha, rosquinha de chocolate, croissant e pão de queijo ^^ (pq eu sempre acabo falando tanto de comida? rs), conversei (de novo Saphira?), matei as saudades do CMzinho, vi cenas memoráveis, puis mais fotos no orkut... e blablabla.


Produção para Albina Genma? 0%
Produção para demais "fanfics"? 0%
Produção para '?'? ~5%


É... Não produzi muito, sim? rsrs
Mas eu vi bastantes vídeos! Huhuhu!
Se hj peguei imagens, hj deixo uma imagem, hehe
Oh Cmzinho! Adorável novo vício (aqui tb encaixa vício novo)! Rs
Eu ainda pretendia caçar 2 ou 3 músicas nessa folga e ver uns links de IA, acho que ainda dá tempo ^^
Sexta agora provavelmente terei minha primeira aula (pela terceira vez) de Cálculo I (dessa vez eu passo! :D) e hj pretendo ainda ter a torneira do quintal devidamente consertada!!! ^^/

Antes de ir, não posso deixar de comentar... Que comprei o vol 24 e 25 de Bastard!! Hohoho, pasmem! Já li... E a minha opinião é esta: Tá cada vez desenhado mais diferente! (Tá mega bem desenhado! Mas e pra mim... Isso foi: Melhor? Pior? Sei lá! :P) Mas vou continuar acompanhando... Nada como manter os vícios que fazem bem a saúde *encara CMzinho*

Mu, meu amado Mu, seu aniversário tá chegando né? (*só em março Saphira, acorda!). Que tal se eu der de presente pra vc a continuação de Sacerdotisa? Preciso criar coragem de deixar o passado pra trás (meu hd queimado -_-) e continuar vc! Oh, fanfic! rs

Vou pensar... Hehe!
É isso por hora!

(Efeito CM Punk: :D~~~~~~~~...)

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Notícias

Iuu! ^^
Notícias para todos! ^^/

>Se Virgo não me frear Albina Genma se torna NC-17. Fato!
>Inserida nova bio com direito a desenho! Conheçam Oran, o líder dos domadores.
>E por favor, desconsiderem meu incrível talento no desenho da Vega que eu mesminha fiz com essas mãozinhas no paint *__* Não morram de inveja... (huauhahuahuauha :P)

x

Okay, isso não tem nada a ver com o intuito do post, mas vou me despedir deixando meu presente aqui *__*
Meu CMzinho! *__* Ou melhor dizendo, desenho que a mana fez pra mim de aniversário do CM Punk *__* Vai ter talento assim lá na esquina, deus do céu! *__* Mana adorada, pessoa tão especial... Obrigada!!! *__*


*baba litros*

Edit: Fato consumado. Trocando classificação...

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Meu aniversário e casa da mana

Parabens para mim, parabens para mim :P rsrs

Eu, nessa nova fase perfeita da minha vida... Ai ai ^^/


Voltei da casa da minha irmã na terça de manhã, foi muuuuito legal por lá! Apesar do enorme calor que derrete pedras! O_O

E falando em casa da mana, me despeço deixando aqui uma foto do meu novo vício :P (graças a minha irmã e sua lavagem cerebral dentro de uma panela de pressão) Cya! :P